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Subestimações...II

Olá! =) Como disse no fim do último post, aqui estou para dar continuidade aos fatos [para entender melhor, leia o post anterior primeiro ;)] que o destino reservou para tirar um sarro com a minha cara essa semana. Thanks gosh, a semana está acabando e eles se mantiveram em três! Vamos lá: Fato 2: Fato iniciado há 2 meses, sem saber... Como muitos de vocês sabem, eu tenho um ateliê. Em agosto passado, aproximadamente, eu fiz minha carteirinha de artesã capixaba através do meu trabalho de fabricação de bijuterias [mais conhecido como Farra Acessórios]. Certa vez, uma colega de faculdade me disse que uma operadora de cartões dava desconto no aluguel da máquina para artesãs e decidi contratar o serviço da mesma. Em setembro a máquina chegou, fiz vendas, mas acabou que a máquina não foi tão útil como eu imaginei. No começo de novembro, me ligaram da operadora, comunicando o cancelamento da minha máquina caso eu não efetuasse vendas até o dia seguinte. O rapaz que me ligou sabia quando tin...

Subestimações...I

Aí está um verbo que eu tenho uma afinidade em particular.... SUBESTIMAR. Uso ele já há alguns anos e acho até que seria possível reconhecer uma marca minha nele. Tanto que até foi escolhido entre minhas citações para ser publicado numa entrevista pro jornal, mais ou menos uns quatro anos atrás. Bem, só eu mesma para dizer "subestimam" quando se tem 16 anos e geralmente pouco mais que hormônios pelo corpo. Desde ali eu sabia que não era alguém "normal"[risos]. Essa semana, a célebre palavra veio permear minha vida novamente, mas para graça do destino, que não satisfeito em observar minha indignação uma vez, recebi três doses [e nós ainda estamos na quinta-feira]. Eu já deveria estar acostumada com esses fatos, afinal, quando se tem um rosto infantil e voz idem, as pessoas realmente descolam seus estereótipos de 'adolescente' do cérebro e grudam no rosto do indívuo em questão. Mas, sorry , não tenho culpa da minha angel face e faço o que posso para mostrar qu...

Acordes e sensações

Sentei em frente ao computador sem muita vontade, quase por hábito. Olha aqui, mexe ali, passei o mouse sem querer em frente a barra do music player e vi que estava parado desde a tarde, quando meu irmão colocou músicas para eu tentar dormir... De repente, quando mudou a música, começou uma que eu amo demais, e que eu nunca ia imaginar que ele tinha na playlist dele. Foi como se o mundo tivesse mudado de ares de repente. Parte de mim se desligou completamente da realidade e a outra que se manteve ligada deu a volta por um turbilhão de memórias e desejos, que mesmo sendo muitos, pareciam suaves. É estranho de se explicar, como alguma coisa mexe com a gente num nível de sensações que não se traduzem pelas palavras? Algo que desfila entre alegria, realização, paixão, sabores, paz...mas que ainda assim ficam faltando adjetivos. Subjetivamente, poderia dizer que ela me dá a sensação de estar perto de um amor, matando uma tarde qualquer, deitados na grama olhando o céu, só pelo prazer de fic...

"Abdução" temporária

Estava viciada. Presa. Não conseguiria fazer mais nada antes de terminar aquilo. Li mais de 1.500 páginas nos últimos 10 dias, dois livros inteiros em uma semana. Agora faltavam apenas 146, logo, acredito que antes do almoço de amanhã já terei terminado com isso. Meus pais pareceram se incomodar com a forma como me mantive "ausente" nesses últimos dias, especialmente ontem e hoje, que eu parecia mais uma estátua em diferentes pontos da casa. É bom variar o plano de fundo, se é que me entende. Enquanto isso, eu não podia mesmo parar de ler. Claro, pra ir ao banheiro pelo menos uma vez ao dia e me alimentar uma ou duas vezes com muito esforço. Olhando por essa perspectiva, podia parecer que eu estava sedada ou algo do gênero. Mas eu juro que ainda era capaz de responder aos estímulos alheios. Simplificando, eu estava completamente focada nisso. A história ia correndo por meus olhos como se eu mesma a tivesse pintando num seriado mental. Isso ficaria muito bom num seriado, in...

Happy Holidays!

Estava me preparando para fazer um discurso meio deprimente sobre fim de ano e tudo mais, quando cliquei num clipe que recebi a algum tempo mas não tinha visto ainda. O comentário que seguia junto ao clipe era: Babei na roupa. E como minha linha de raciocínio parece não seguir um caminho muito lógico, ao observar a roupa eu fiquei pensando em muitas coisas ao mesmo tempo. Fiquei pensando em como gosto de ver os clipes dessa cantora. Primeiro porque ela tem um jeito diferente das outras cantoras do mesmo gênero, e foi por isso que eu juntei alguns clipes dela para usar como inspiração na dança, pra ter algo diferente. E aí pensei na roupa também. Minha amics sempre ama as roupas que essa cantora usa, suponho que por dois motivos mais imediatos: elas cairem perfeitamente nela e elas serem diferentes [inveja mortal por ambos motivos]. A desse clipe em especial era algo não-encontrável em qualquer loja daqui. Eu achei meio exagerado no início, mas no conjunto com todo o resto ficou perfeit...

Férias!

Finalmente eu posso pronunciar essa palavra doce e refrescante como sorvete! =) Mas não faço a menor idéia de como será esse período que parece passar tão rápido quanto 24h! Melhor assim. Para oficializar meu direito de pronunciá-la, passei na facul para entregar uns relatórios e encontrei por lá um conhecido. Começamos a papear e de repente ele me olhou meio sem jeito com cara de "como eu vou falar isso?". Na hora pensei: Opção a) Minha roupa tá suja Opção b) Tem alguma coisa no meu dente Opção c) Vai me zuar porque estou baixinha (leia-se usando chinelo...) Beeeh - resposta errada! Ele olhou pra minha coxa e disse: Calma.... mas é que tem uma borboleta parada em você. [Oh! Thanks Gosh!] Quando olhei pra baixo, percebi que tinha praticamente um morcego estacionado na minha bermuda! A borboleta era daquelas marrons, enormes, que ocupou 1/5 da minha coxa e que causam o apavaramento em 9 de cada 9 mulheres. Eu só faltei pular de alegria, porque amo borboletas e pra mim elas são...

Déjà Vu [ou começo]

Era quase meia noite e ela estava sozinha no quarto. Deitada, ouvindo o barulho do ventilador, com jeito de quem quer sonhar... acordada. Não tinha os diários em mãos, nem precisava fechar os olhos. As cenas estavam claras em sua memória, como se tivessem acontecido agora pouco. Ela nunca precisou dizer isso pra mim, mas sempre soube que essa ferida deixou uma cicatriz na sua história. Mesmo depois de tanto tempo, pensar nisso tem um certo peso. Não se sabe explicar porquê. Ela é madura, inteligente e já resolveu o que precisava consigo mesma. Mas, talvez seja o fato de ter sentido por ele algo muito próximo do amor-paixão, o que (apesar de tudo) lhe custou alguns anos... Tem coisas que a gente simplesmente leva pela vida, não tem jeito. Se é ironia ou peça do destino, é muito cedo pra dizer. Mas esse caso não parece ser só um caso de coicidências. Ele tem aquele jeito, aquele perfume doce e picante que ela encontrou tempos atrás. Naquela época, acho que aquelas pessoas não poderiam me...

Rifa

Hi! Sobrevivemos! Eu a mais alguns simulados e provas desta emocionante [¬¬"] contagem regressiva rumo à forca, digo, vestibular, e a Rafa ao TCC - 1º Round. Mas, enquanto ela se anima para as férias, eu ainda tenho umas duas semanas de revisões e revisões e revisões... tô comovida. Eu faço aulas de espanhol [prometo que para a alegria da nação, em breve estudarei inglês] e percebi que um dos gerentes lá do núcleo tem um jeito meio prafrentex com as meninas. Daquele tipo criativo, com piadinhas mega novas e divertidas, tipo "Me acho o bom". Eca. Fui uma das "únicas" [todas são não é mesmo?] escolhidas por sua mira e fui levando no banho maria... odeio me desgastar. Ai, tédio. Essa semana então, levei umas rifas da Rafa pra vender por lá e claro, ofereci pra ele. As rifas. Na ocasião, usava um vestido simpático a-acima do joelho e com ombro caído, sorri inocentemente e perguntei se ele não queria comprar as rifas. Além do prêmio, se ele ganhasse, ganharia um bei...